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Então... eu quero que seja como um daqueles documentários de crime da Netflix, ou como se fosse um scroll marado pelos confins da internet. E começa assim:

A nova criação de Mário Coelho é um thriller com toques de humor ácido. Ajoelha-te e diz-me que me amas conta a história de um jovem ator que consegue o papel da sua vida: interpretar um homem envolvido num crime real que chocou o país. Para se preparar, decide visitá-lo. Mas o que começa como uma simples conversa transforma-se rapidamente num jogo imprevisível. Entre relatos contraditórios, segredos familiares, aparições surpresa, scroll pelo universo das creepypastas e a perturbadora (ou risível) lenda do “knock knock”, a verdade começa a escapar, ou a afirmar o seu lado “mais verdadeiro”, assumindo a redundância. Quem está a controlar a narrativa? E até onde estamos dispostos a ir para chegar à versão “certa” de uma história? Conseguiremos ainda falar de “verdade”, na era digital?Perguntas, perguntas, perguntas... Aguardaremos respostas!

Ficha Artística / Técnica

Texto e encenação
Mário Coelho

Interpretação
Anabela Ribeiro, Dalila Carmo, Fabian Bravo, Pedro Baptista, Pedro Gil, Rita Rocha Silva e Victor Yovani

Participação em vídeo
Ana Valente, Ana Valentim, Cleo Diára, Cire Ndiaye, Erica Rodrigues, Francisco Sousa, Mário Coelho, Nádia Yracema, Patrícia Fonseca, @petercastro666 aka Peter Castro, Rodrigo Grillo, Sofia Dinger, Stela e @shutupthomy aka Tomás de Almeida

Cenografia
Joana Subtil

Figurinos
Cláudio Alves

Desenho de luz
Manuel Abrantes

Banda sonora e sonoplastia
Filipe Baptista

Vídeo
Mário Coelho, Miguel Cravo

Fotografia
Ana Viotti

Produção
Leonardo Garibaldi

Coprodução
Teatro Nacional D. Maria II, Theatro Circo

Coprodução em Residência
O Espaço do Tempo

© António Ignês

Mário Coelho iniciou, em 2012, a licenciatura em teatro – actores na Escola Superior de Teatro e Cinema. Dentro das suas criações, destaca os espetáculos Fuck Me Gently! (Rua das Gaivotas 6/ CCB), Lisbon Sisters (CCB), Se Te Portares Bem, Vamos ao McDonald's (TBA), Quando eu morrer, vou fazer filmes no Inferno (Culturgest) e Aquela Canção Sobre o Fim (São Luiz Teatro Municipal). Em 2021, foi contemplado com o Prémio Revelação AGEAS/ TNDMII.

Mário Coelho (PT)

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