Então... eu quero que seja como um daqueles documentários de crime da Netflix, ou como se fosse um scroll marado pelos confins da internet. E começa assim:
A nova criação de Mário Coelho é um thriller com toques de humor ácido. Ajoelha-te e diz-me que me amas conta a história de um jovem ator que consegue o papel da sua vida: interpretar um homem envolvido num crime real que chocou o país. Para se preparar, decide visitá-lo. Mas o que começa como uma simples conversa transforma-se rapidamente num jogo imprevisível. Entre relatos contraditórios, segredos familiares, aparições surpresa, scroll pelo universo das creepypastas e a perturbadora (ou risível) lenda do “knock knock”, a verdade começa a escapar, ou a afirmar o seu lado “mais verdadeiro”, assumindo a redundância. Quem está a controlar a narrativa? E até onde estamos dispostos a ir para chegar à versão “certa” de uma história? Conseguiremos ainda falar de “verdade”, na era digital?Perguntas, perguntas, perguntas... Aguardaremos respostas!