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1980, Isabel do Carmo e Carlos Antunes são condenados por atividade terrorista. De madrugada, Dália foge de um cliente agressivo na Rua das Pretas e, inadvertidamente, entra num carro da bófia. Levam-na para Monsanto, abusam sexualmente dela e espancam-na. Ela é puta e travesti e a liberdade não chegou para ela. Também por isso, rebentou carros e assaltou bancos com as Brigadas Revolucionárias. Na cela, o seu manifesto desencantado de utopia transforma-se em musical quando Kate Bush aparece para uma visita.

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Uma Cela em Urano, Lisboa (1980) é um dos projetos vencedores das Bolsas de Criação d’O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação “la Caixa”.

Apresentações Públicas

27 - 28 novembro
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Ficha Artística / Técnica

Criação
Lila Vivo

Apoio à criação
Didirella Diego Bragà

Interpretação
Lila Vivo, Teresa Coutinho e Rute Rocha Vieira

Música
João Caçador

Iluminação
TBC

Sonoplastia
TBC

Apoio ao movimento
Piny

Apoio à voz
Huca

Produção executiva
Mariana Guarda

Administração Financeira
Agência 25 - Vítor Alves Brotas

Co-produção
Bolsa de Criação O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação "la Caixa"

© Lila Vivo

Lila Vivo é cantora e poeta, de Arrouquelas, no Ribatejo. Tem um mestrado em Psicologia Clínica Sistémica pela Universidade de Lisboa e integrou um grupo de teatro académico de 2004 a 2013. Viveu em Atenas, trabalhando numa ONG pacifista e antirracista. De volta a Lisboa, em 2017, começou o projeto Fado Bicha com João Caçador, em que é vocalista, letrista e compositora. Lançaram Ocupação, o álbum de estreia, em 2022.

Para além da música, trabalha em teatro, cinema, performance e ativismo queer.

 

 

 

 

 

 

Lila Vivo (PT)

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