Este trabalho segue o rasto da marca deixada pela bailarina Carmen Tórtola Valencia, que é preciso observar à lupa para encontrar o detalhe e o subtexto. A partir desse rasto, especula-se para além da imagem de arquivo, daquilo que a imprensa da época relatava e daquilo que Tórtola, naquele momento, podia e queria partilhar.
Esta história é construída através de diferentes gestos poéticos performativos que nos permitem recuperar a memória e questionar outras possibilidades de narrativas e respostas para arquivar o presente, bem como recuperar e reconhecer referências na arte e nas vidas.