Um espetáculo-concerto-pop-ritualístico, de uma artista afro saloia, que cresceu num subúrbio rural africano na periferia de Lisboa. Ela encontra-se no processo de gravar um álbum. Mas tem dificuldades em escolher. As músicas. Os estilos. A estética. Antes da palavra, o SOM, a MATÉRIA, o que reverbera ao CORAÇÃO. Habitar o que foi esquecido e que é inimaginável.
Ficha Artística / Técnica
Criação e Interpretação
Isabél Zuaa
Apoio à dramaturgia
Melissa Rodrigues, Mauro Hermínio
Criação Musical e Sonoplastia
Carolina Varela
Preparação Corporal
Piny, Vânia Dutel Vaz
Apoio vocal
Joana Campelo
Figurinos e espaço cénico
Eloísa d'Ascensão
Vídeo
Heverton Harieno
Desenho de luz
Bee Barros
Operação de som e vídeo
Isaac Veloso
Olhar externo
Bruno Huca
Produção
Joana Costa Santos
Administração
Agência 25
Coprodução
Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal do Porto, Festival Singular, Teatro Municipal São Luiz
Residência em Coprodução
O Espaço do Tempo, Centro de Criação de Candoso
Apoio
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto I DGARTES – Direção-Geral das Artes, Casa da Dança
Isabél Zuaa é artista multidisciplinar, nascida em Lisboa, com origens em Angola e na Guiné-Bissau, e vivências no Brasil.
Parte de dramaturgias em que corpos como o seu ocupam centralidade e protagonismo, propondo narrativas onde presença, identidade e memória se entrelaçam. Através do objeto artístico como arquivo vivo, convoca biografias e referências para gerar questionamentos expansivos.
Em 2019, fundou o coletivo AURORA NEGRA com Cleo Diára e Nádia Yracema.
Isabél foi destacada na POWERLIST 2021, 2022 e 2025 da BANTUMEN como uma das 100 personalidades mais influentes da Lusofonia.