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Um projeto autobiográfico sobre a minha experiência de emancipação queer num processo de rutura com o silêncio enquanto símbolo de repressão emocional para expressar a descentralização e autenticidade de um corpo que se empodera na afirmação de uma identidade não normativa.

Ficha Artística / Técnica

Conceito e Performance
Be / Beatriz Soares Dias

Apoio à Dramaturgia
Joana Levi

Olhar Exterior
Pietro Romani

Sonoplastia
por definir

Criação de figurinos
por definir

Desenho de luz
Mariana Figueiroa

Apoio à voz
Patrícia Andrade

Residências Artísticas
SEKOIA – Artes Performativas, Teatro do Mar, Casa Varela, Trust Collective, Teatro Viriato

Residência de coprodução
O Espaço do Tempo

Co-produção
Teatro Viriato

© Joana Castro

Artista queer que tem vindo a questionar a linguagem através do seu corpo em dança. Estreou MUSCULUS no Festival INTERFERÊNCIAS (2019), apoio à criação artística e residência na Companhia Olga Roriz, com digressão por vários festivais em Portugal e NEON 80 (2021) na blackbox do Centro Cultural de Belém no âmbito do projeto Pendular em coprogramação com o Teatro Municipal do Porto. Foi nomeade pelo Prémio Autores 2022 como ume des melhores bailarines pela sua interpretação em NEON 80. Navega entre estados de empoderamento, resistência, intimidade, liberdade e sexualidade , procurando o tempo como potência de (re)construção da sua identidade. Destaca colaborações com Companhia Olga Roriz, Wbmotion Kulturverein, Tamara Cubas, André de Campos, Maurícia | Neves, André Uerba, Diana de Sousa, Bruno Alexandre, Francisca Manuel, Mariana Magalhães e Teatro do Mar. É orientadore na F.O.R. Dance Theatre, interessando-lhe uma reconfiguração das práticas educativas como potências de mudança, proximidade e manifesto. Desenvolve ECO, projeto autobiográfico sobre a sua experiência de emancipação queer com estreia marcada para 2025.

Beatriz Soares Dias

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