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Heroas do Mar é um projeto d’As Docinhas que cruza música, performance e artes visuais para repensar o punk enquanto força estética, política e identitária. Partindo da herança do punk português no pós-25 de Abril, a obra estabelece pontes com o presente digital, explorando novas formas de resistência face à alienação contemporânea. A partir de uma perspetiva queer e não-binária, e enraizado nas tradições do Minho, o projeto questiona identidade, memória e transformação, propondo o punk como um espaço vivo de reinvenção.

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Heroas do Mar é um dos projetos vencedores das Bolsas de Criação d’O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação “la Caixa”.

Apresentações Públicas

13 - 14 novembro
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Ficha Artística / Técnica

Direção artística e Criação
Cire Ndiaye, Lee Meneres

Performers
Lee Meneres, Cire Ndiaye, Carolina Varela

Bateria
Pedro Tavares

Baixo
Gonçalo Marques

Teclas
Vicente Cabral

Saxofone
Emanuel Díaz

Cenografia
João Pedro Vale, Nuno Alexandre Ferreira

Apoio à criação
Diogo Bento e Cláudia Jardim

Figurinos
XANA MODAS

Styling and Outfit Curator
Kelly Martini

Desenho e operação de luz
Inês Mateus

Operação de som
Leonardo Bindilatti

Produção
Leo Amorim

Co-produção
Bolsa de Criação O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação "la Caixa"

As Docinhas é um projeto musical formado por Cire Ndiaye (voz/violino) e Lee Meneres (voz/guitarra). O seu som é uma mistura explosiva de punk, rock, jazz e eletrónica. Lançaram o álbum de estreia, XANDO (2021), e o aclamado Que Pesadelo! (2024), considerado um dos 50 melhores álbuns portugueses pela BLITZ. As suas performances ao vivo são viscerais e inovadoras, descritas como um "hyperpop roxy music" e uma "paralela queer portuguesa de Fat White Family." Já se apresentaram no Festival Zigurfest, Festival Tremor, Musicbox Lisboa e Fundação Serralves, entre outros.

As Docinhas (PT)

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