Em ano indefinido, antes da era comum, Prometeu prometeu, e cumpriu. E foi castigado por isso. Em 17--, sobre a aldeia de Chamounix, Suíça, a Criatura narra a sua história ao seu criador. Em 1818, Inglaterra, Mary Shelley publica Frankenstein: O Prometeu Moderno. Em 1995, São Francisco, Susan Stryker escreve “My Words to Victor Frankenstein above the Village of Chamounix – Performing Transgender Rage”. Em 2025, Portugal, uma artista trans vê-se parte de tudo isto. Tudo isto, partes. Todas partidas. Todas juntas.
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Prometo-me Moderna (a partir de Frankenstein, de Mary Shelley) é um dos projetos vencedores das Bolsas de Criação d’O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação “la Caixa”.