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Assault the Vaults escava as camadas do tempo: vai da origem da vida na Terra até ao presente tempo panóptico de vigilância digital. Os powers that be moldam a memória e apagam histórias de corpos, das vozes, da cooperação.

Fabulando entre História e mitos, este assalto às tumbas e aos cofres viaja onde habitam as primeiras bactérias simbióticas; nas sociedades neolíticas sem guerra; nos deuses e nas fronteiras; nas sereias que naufragam o colonialismo; nas carpideiras que ritualizam a dor coletiva. O que nos foi herdado? E o que nos foi imposto? Devolveremos ao presente uma história da vida e da solidariedade, em vez da história do poder. Este é um hack político e espiritual para corpos dormentes face aos genocídios, extrativismo e violências de hoje.

O álbum (Assault the Vaults) conta com conspirações musicais de: aCorda, Bdjoy, Durga Black, Ece Canli, Evaya, fe, João Pereira, Rezmorah e Sainkho Namtchylak.

 

26 setembro, 21h30

Oficina Magina ver mapa

[ESTREIA]

Faixa etária a classificar
Duração 70 min.

Entrada gratuita mediante reserva para +351 913 699 891 ou para info@oespacodotempo.pt.

Ficha Artística / Técnica

Direção Artística, Performer e Música
Puçanga

Performers, Músicos e Vozes
André Neves, João Pereira, Puçanga

Produção Executiva
Takhi

Direção de Arte, Cenários, Figurino
Mark Angelo Harrison

Criação e Edição Audiovisual
Luísa Homem

Desenho de Luz
Inês André Mateus

Conspiração Coreográfica
Mariana Tengner Barros

Segunda Câmara
Outros Ângulos

Co-Produção em Residência
O Espaço do Tempo

Financiamento e Apoios
Fundação GDA, Fundo Cultural da SPA, Centro Juvenil de Montemor-o-Novo, Município de Montemor-o-Novo, Oficinas do Convento, Takhi, Amor Vil, Imp Print 23

© Mark Angelo Harrison

Vera Marques trabalha com música, multimédia e projetos culturais e educativos.

Licenciada em Cinema na ULHT (Lisboa) e Mestre em Teoria, Estética e Memória na Université Paris 8 e na Universidad de Buenos Aires. Em Buenos Aires, integrou o Curso de Composição Musical com Ricardo Cappellano no Conservatório Manuel de Falla. A Argentina transformou-a profundamente pela sua força popular e sua noção de memória histórica.

Na música, Puçanga é cantora, song-writer e produtora musical. Lançou o álbum Fazer da Trip Coração (2021) e o EP Impish (2022) e vários singles, como o Maldigo. A palavra Puçanga significa feitiço ou remédio caseiro. Uma voz forte funde-se com os tons dark e bassy de uma eletrónica experimental. Inspirada no folclore e em canções de resistência, a sua música explora questões de justiça social, feminismo e a eletricidade das emoções.

Co-fundou Vozes Itinerantes, uma plataforma de investigação sobre a potência afetiva e política da voz. Criou projetos educativos com temas sobre a memória histórica, antifascismo e direitos humanos.

Assault the Vaults

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