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Procuro novas formas de apresentar e partilhar um processo que foi e é rua, que foi e é clubbing, que foi e é íntimo, que foi e é torto. Que não cabe bem em formato nenhum e por isso o procuro. É uma investigação prática, de vivência. De estar presente nos sítios e espaços, de fazer parte, de não retirar, mas ser.

Conto contos, partilho arquivos pessoais e outros recolhidos durante muitos anos. Questiono performance, questiono academia, corpo e entrelaço plantas, cidade e processos sociais de destruição e construção de culturas e corpos. Assim mesmo, no plural. Literalmente significa ser atravessada por alguma coisa, por muitas coisas. Estar atravessada. Ser ou estar travessa, incomodar. Servir-me numa travessa. Ser uma travessa entre duas ruas maiores. Ser travessia.

Sobreposição de memórias e vulcões.
Cultura de rua e natureza entrelaçada.
Espaços de clubbing para um corpo só. Imaginário denso para um espaço solitário.
Tecido da medula ao cosmos.
Oráculos para festas sem fim.
Para (des)resolver o mundo num nada cheio de tudo.

© DR
© DR
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Ficha Artística / Técnica

Conceito, direção artística, textos e vivência em cena
Piny

Sonoplastia e Dj Set
Leo Soulflow

Edição vídeo
Pedro Jafuno

Imagem gráfica
Bruna Borges

Arquivos de vídeo
Arquivo pessoal Piny e Arquivo do festival OU.kupa

Desenho de Luz
Cárin Geada

Apoio pesquisa e ensaios
Rebecca Mateus

Olhar externo
Teresa Coutinho, Melissa Rodrigues, André Cabral (mais pessoas a serem integradas)

Produção & Distribuição — Artista Acompanhada pela Materiais Diversos, 2026 – 2028

Coprodução
DDD - Festival Dias da Dança (PT); Charleroi Danse - Centre Chorégraphique de Wallonie-Bruxelles (BE); TBA - Teatro do Bairro Alto (PT)

Coprodução em residência
Centre Chorégraphique National de Caen en Normandie (FR) - em parceria com CAMPUS PCS (PT); O Espaço do Tempo (PT), no âmbito do programa de Artista Associada;

Apoio à Residência
Alkantara (PT); A QUINTA, Sandim (PT)

© Piny

Piny acredita numa criação artística livre e numa pesquisa cruzada entre a academia e a informalidade. É bailarina, performer, coreógrafa, pesquisadora e professora. Natural de Lisboa de ascendência portuguesa e angolana, formou-se em Arquitectura e Dança Contemporânea. Em 1999, começou a estudar danças do Norte de África e suas fusões contemporâneas, e desde 2006 também se dedica à cultura Hip Hop, Clubbing e Ballroom. Desenvolve o seu percurso entre a interpretação, criação e curadoria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Piny (PT)

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