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Às vezes é preciso ver um primeiro cogumelo para se reparar que a floresta está repleta deles. Mas há quem atravesse a floresta sem nunca ver nenhum. Também há florestas sem cogumelos e também há quem não consiga ver o Retábulo apesar de estar bem à frente dos nossos olhos. Este é um espectáculo maravilhoso que é visível para uns e invisível para outros. De quem é a culpa? Dos cegos ou de quem vê demais?

Ficha Artística / Técnica

Criação, Direcção e Texto
Miguel Castro Caldas

Criação e Interpretações
Américo Silva, Mónica Garnel, Pedro Gil, Raquel Castro

Espaço Cénico
André Guedes

Desenho de luz
Cristóvão Cunha

Direção musical
Marcos Magalhães (Teorba: Daniel Zapico; Violino: Nuno Mendes)

Apoio à dramaturgia
Raquel Castro

Assistência à criação
Mariana Fonseca

Co-produção
Razões Pessoais, Teatro Municipal de Faro e São Luiz Teatro Municipal

Escreve peças de teatro, ergue espectáculos e traduz ocasionalmente. Dá aulas de teatro, literatura e artes marciais. É especialista na área 2.21.212 – Artes do Espectáculo–Teatro pela Escola Superior de Artes e Design (ESAD), é 2o Dan pela Nihon Karate-Do Shotokai e prepara um doutoramento no Programa em Teoria da Literatura da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, orientado por João R. Figueiredo. Em teatro trabalhou com Bruno Bravo, Manuel Wiborg, Jorge Silva Melo, Mónica Garnel, Raquel Castro, Gonçalo Amorim, Franzisca Aarflot, Cristina Carvalhal, Lígia Soares, Pedro Gil, António Simão, Gonçalo Waddington, Márcia Lança, António Alvarenga, Sónia Barbosa, Sofia Cabrita, António Torres, Pedro Ramos, entre outros. A sua obra publicada está dispersa na colecção Livrinhos de Teatro dos Artistas Unidos, Culturgest, Primeiros Sintomas, Douda Correria, Imprensa Universitária de Coimbra, Ambar e nas revistas Artistas Unidos, Fatal e Blimunda. Ganhou uma Menção Honrosa em 2005 pela atividade de dramaturgo pela Associação de Críticos de Teatro e o prémio SPA 2017 para o melhor Texto Português representado com SE EU VIVESSE TU MORRIAS. Alguns dos seus textos estão traduzidos em mandarim, espanhol, francês, húngaro, inglês, e italiano.

Miguel Castro Caldas

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