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Num futuro próximo, após repetidas catástrofes naturais, a população mundial é reduzida ao seu mínimo e a sua vivência é condicionada por condições climáticas extremas. A humanidade reorganizou-se em pequenas comunidades que se constituíram politicamente em cidades-estado. Episódios da Vida Selvagem percorre o quotidiano da intervenção e decisão políticas numa cidade na iminência de viver a sua última catástrofe: o desaparecimento. Em suspenso, a cidade confronta-se com uma decisão urgente entre duas propostas para a sobrevivência da comunidade ameaçada pela escassez de água.

Escrito e dirigido por Mickael de OliveiraEpisódios da vida Selvagem é constituído por dois episódios: A Minha Morte, estreado a 1 de Outubro de 2022 no TAGV (Coimbra), e A Nossa Vida que irá estrear no Cine Teatro Louletano no dia 9 de Março de 2023. Em 2023 e 2024, Episódios da Vida Selvagem apresenta-se nas cidades co-produtoras de Aveiro, Coimbra, Leiria, Loulé, Lisboa, Porto, Viseu, entre outras.

Ficha Artística / Técnica

Texto, encenação
Mickaël de Oliveira

Assistência de encenação
Rita Morais

Elenco
Afonso Santos, Beatriz Maia, Carla Andrino, Diana Sá, Jani Zhao, Luís Araújo, Paulo Pinto, Siobhan Fernandes

Figuração
Elementos integrantes do projecto criado em Daqui para a frente, com a comunidade amadora e estudantil de cada cidade co-produtor.

Cenografia
Eric da Costa

Desenho de Luz
Rui Monteiro

Sonoplastia
Rui Lima e Sérgio Martins

Figurinos
Sara Coimbra Loureiro

Direcção de Produção
Francisco Leone

Produção Executiva
Armando Valente

Produção
Colectivo 84

Co-produção
Teatro Aveirense, Cine-Teatro Louletano, Teatro Académico de Gil Vicente, Centro Cultural Vila Flor / A Oficina, Teatro José Lúcio da Silva, Teatro Viriato, Teatro Nacional S. João e Teatro Nacional D. Maria II

Apoio à criação
O Espaço do Tempo

 

Nasceu em 1984 (França) e vive em Portugal desde 1999. Licenciado e Mestre em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, é doutorado em Estudos de Teatro, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e desenvolve um projecto de pós-doutoramento na mesma universidade. No contexto académico, foi ainda docente em instituições do ensino superior, na qualidade de professor lecionou no Instituto Politécnico de Leiria (ESECS), Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na Universidade Lusófona de Lisboa e do Porto.

O seu percurso foi galardoado com diversos prémios, entre os quais Prémio Nova Dramaturgia Maria Matos (2007, Teatro Municipal Maria Matos, Lisboa), Menção Honrosa do Prémio Luso-Brasileiro António José da Silva (Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa / FUNARTE, Brasil). Entre os seus últimos espetáculos, escritos, encenados e produzidos pelo Colectivo 84, que co-fundou com John Romão, encontram-se Festa de 15 Anos (2020), My Favorite Suicide (2019, Los Angeles/EUA), Hantologia (2019), o díptico Sócrates Tem de Morrer (2017-2018), A Morte de Sócrates / A Vida de John Smith), A Constituição e Oslo
(2014-15).

É director artístico do Festival END (Encontros de Novas Dramaturgias Contemporâneas) que procura promover a dramaturgia contemporânea portuguesa, desde 2010. Entre 2011 a 2015, foi também director-adjunto do Teatro Académico de Gil Vicente, responsável pela sua programação e gestão. É Artista Associado do Teatro Viriato em 2021/2022 (Viseu, Portugal).

Mickäel de Oliveira

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