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Lulu, ópera incompleta de Alban Berg, é a primeira ópera dodecafónica a ser composta. Estreou em 1937 e em 2023, Marlene Monteiro Freitas e o maestro Maxime Pascal, revisitam esta ópera, num juntar de forças entre MusikTheater an der Wien, Wiener Festwochen, Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo e Dgartes.

Ficha Artística / Técnica

Um projecto de
Wiener Festwochen and Theater an der Wien

Música
Alban Berg

Texto
Frank Wedekind, after the tragedies Earth Spirit and Pandora’s Box

Conceito, Direção, Coreografia
Marlene Monteiro Freitas

Maestro
Maxime Pascal

Orquestra
ORF Radio-Symphonieorchester Wien

Com
Vera-Lotte Boecker (Lulu), Bo Skovhus (Dr. Schön), Edgaras Montvidas (Alwa), Cameron Becker (Maler) Anne-Sofie von Otter (Gräfin Geschwitz), Kurt Rydl (Schigolch), Katrin Wundsam (Garderobiere / Gymnasiast), Martin Summer (Tierbändiger, Athlet), Paul Kaufmann (Prinz, Kammerdiener) E Francisco Rolo, Henri “Cookie” Lesguillier, Ina Wojdyła, Joãozinho da Costa, Kyle Scheurich, Nina Van der Pyl, Rui Paixão, Tomás Moital

Desenho de Luz
Yannick Fouassier

Cenografia
Yannick Fouassier, MMF

Dramaturgia
Armin Kerber

Research
João Figueira, MMF

Assistente Musical
Cláudio Silva

Assistentes Coreográficos
Andreas Merk, Hsin-Yi Hsiang

Produção Executiva
Joana Costa Santos, Soraia Gonçalves

Uma comissão de
Wiener Festwochen

Produção
Wiener Festwochen, Theater an der Wien

Em Colaboração com
P.OR.K (Lisbon)

Residências
O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Estúdios Victor Córdon (Lisboa), CN D Centre national de la danse (Pantin), Fabbrica del Vapore (Milão)

Marlene Monteiro Freitas nasceu em Cabo Verde onde co-fundou o grupo de dança Compass. Estudou dança em Bruxelas e Lisboa; hoje com mais de uma dezena de obras da sua autoria, o denominador comum do seu trabalho é a abertura, a impureza e a intensidade. É co-fundadora da P.OR.K, estrutura de produção sediada em Lisboa. Em 2017 é galardoada pela Sociedade Portuguesa de Autores e pelo Governo de Cabo Verde. Em 2021 é a vencedora do Chanel Next Prize, e do Evens Foundation Arts Prize.

Marlene Monteiro Freitas

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