Um programa de experimentação e formação indisciplinar, focado em instâncias de criação em grupo e condições de performatividade colaborativa.
Vamos investir em processos coletivos em detrimento de projetos individuais, acreditando ser possível trazer para a experimentação grupal as singularidades dos artistas e seus interesses artísticos pessoais. Estamos interessados em negociação com o outro como procedimento conceitual e processual, apostando em uma autonomia compartilhada como exercício de alteridade, para pensar ajuntamento e partilha como ato e dispositivo performático.
Propomos durante o período de fevereiro a julho de 2026 uma série de intervenções em forma de residências de criação, com artistas implicados em práticas coletivas e que exercitem um pensamento de comum como situação coreográfica: o jogo, o rito, a roda, a festa. Essas práticas vão ser reelaboradas em conjunto, renegociadas em grupo e eventualmente performadas em diferentes momentos de execução do programa.