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__________ (nome a definir) quer ser um mantra de amor próprio em ação, através de um solo-coletivo. Um solo que reflete — sobre mim como mulher… ou só sobre mim, sem mais nenhuma palavra a seguir — e convida a vivência participativa do público presente, um solo que quer ecoar, quase como um ato repetitivo que é são reviver. Quer? Será que quer? Talvez sim, mas sem ser diretamente sobre isso. Pode ser… um mantra sobre amor-próprio em diagonal, que é quando acaba por ser sobre isso mas não é exatamente sobre isso porque o que está à nossa frente é outra coisa. O que sei, é que quero eu sair do caminho para estar ao serviço desse solo que quer ser… mas ainda não é. É agora processo, um espaço para ser enchido de impulsos, imagens e matérias/danças.

Ficha Artística / Técnica

Direção, Coreografia e Interpretação
Catarina Campos

Assistência à pesquisa
Maurícia Barreiro Neves

Assistência a texto e voz
Diogo Divagações

Vídeo
Janedoe

Residência de co-produção
O Espaço do Tempo

Apoio e Residência
Cão Danado

Produção
Common Ground

Catarina Campos estudou Arquitetura, fez a formação profissional de danças urbanas na Flow Dance Academy, formação complementar na Juste Debout School Paris e o programa FAICC da Companhia Instável. Atualmente a frequentar a formação Waack in em Madrid. Bailarina com visão aberta de movimento e foco em Danças de rua e clubbing. Cocriadora e intérprete de TRES PAS SAR (2016), QUERENCIA (2017) e BOWND (2018). Intérprete em |F| de Orchidaceae Dance Company e EXPEDIÇÃO (2019) de Mara Andrade. Criadora de PELO MENOS 77. (2019). Intérprete em BATE FADO (2021) de Jonas&Lander.

A definir

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