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Se fosse o profundo superfície é uma ficção coreográfica especulativa que acompanha o encontro de uma comunidade humana com uma forma de vida desconhecida. A sua presença reconfigura gradualmente a organização social e a perceção mútua do grupo, distorcendo-lhe os sentidos, a fisiologia e a linguagem. À medida que as posições divergem e aqueles que antes eram semelhantes se tornam estranhos, o grupo está dividido entre adaptar-se e resistir, com a sua humanidade em jogo caso a transformação seja irreversível.

Combinando teatralidade, coreografia e música experimental, a peça examina a reatividade humana em tempos de crise, revelando a fragilidade da comunidade e explorando a adaptabilidade através de relações interespecíficas e de uma comunicação não verbal. Convida o público a acompanhar este encontro com uma alteridade radical, perturbando o que significa ser humano e abrindo perspetivas para repensar os nossos futuros.

13 - 14 novembro

Oficina Magina ver mapa

[ESTREIA]

13 novembro ⎯ 21h30
14 novembro ⎯ 19h00

Faixa etária TBA
Duração TBA

Entrada gratuita mediante reserva para +351 913 699 891 ou para info@oespacodotempo.pt.

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Projeto vencedor das Bolsas de Criação d'O Espaço do Tempo (2025/2026), com o apoio da Fundação "la Caixa" e em colaboração com o Banco BPI.

Ficha Artística / Técnica

Direção artística e coreografia
Bruno Brandolino

Performance e cocriação
Bibi Dória, Connor Scott, Eslam Elnebishy, Sepideh Khodarahmi

Desenho de luz e espaço
Santiago Rodriguez Tricot

Desenho de som
Mariana Carvalho

Figurinos
Nina Botkay

Dramaturgia
Romain Beltrão Teule

Pesquisa em residência técnica
Ivan Mozetich, Sara Toledo

Produção executiva
Joana Costa Santos

Produção
NADA – Associação Cultural (PT)

Coprodução
Bolsa de Criação O Espaço do Tempo, com o apoio do BPI e da Fundação "la Caixa", Festival Dias da Dança - DDD (PT)

Apoio
República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto | Dgartes - Direção Geral das Artes (PT); Common Stories (EU); European Union and implemented by the Goethe Institut (EU); 

Residência em coprodução
Graner (ES), Campus – Paulo Cunha e Silva (PT), Piscina (PT), Alkantara (PT), Estúdios Victor Cordon (PT).

© Lucas Damiani

Coreógrafo e performer uruguaio radicado em Lisboa. A sua prática e obra investigam os cruzamentos entre ficção, coreografia e dramaturgia, explorando formatos em que a teatralidade, a dança, a voz e a música se entrelaçam. Criador das obras Melodrama: senza te, LA BURLA e El Universo no se asemeja a nada. Foi artista residente no K3 – Zentrum für Choreographie e integrou a última seleção de artistas da CommonStories. Colaborou com Tamara Cubas, Sofia Dias & Vítor Roriz, João Fiadeiro, Catarina Miranda, Ana Rita Teodoro, Cristian Duarte e Julián Pacomio. É formado em Representação pela Escuela Multidisciplinaria de Arte Dramático e em Dança pela inDANS no Uruguai; participou no PACAP do Fórum Dança.

 

 

 

 

 

 

Se fosse o profundo superfície [#ETFEST]

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