O Coral de São Domingos de Montemor-o-Novo regressa às instalações d’O Espaço do Tempo para mais um Concerto de Reis, dando continuidade a uma tradição de vários anos entre ambas as associações. Serão executadas obras de várias latitudes, num gesto de boas-vindas ao novo ano, acreditando na força da arte e na mudança que ela pode operar em todos nós.
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› A partir dos 6 anos de idade
› Aprox. 40 minutos
Entrada gratuita mediante reserva para +351 913 699 891 ou para info@oespacodotempo.pt.
Ficha Artística / Técnica
RÉPERTOIRE
Uma mão cheia de Paz…
Laudate Nomen Domini / Christopher Tye (1505-1573)
Esta Tierra / Javier Busto (1949)
In stiller Nacht / J. Brahms (1833-1897)
Let the Heaven / Esp. Negro (Moses Hogan, 1957-2003)
Sing Aleluia / J. B. Coates (1901-1961)
Let the Heaven / Esp. Negro (Moses Hogan, 1957-2003)
…e outra cheia de Esperança
Puer Natus est / Mariano Garau (1952)
Hosanna in Excelsis / Mariano Garau (1952-)
Natal de Elvas / (Alentejo) Mário de Sampayo-Ribeiro (1898-1966)
Jingle Bells / Trad. Americana (James Lord Pierpont)
We wish you a merry Xmas / Trad. Inglesa
O Coral de São Domingos foi fundado em 1987, em Montemor-o-Novo, por João Luís Nabo. Realizou digressões pela Bélgica (1992); Itália (1993); Espanha (1993, 1994, 1996, 1998 1999, 2000 e 2005); França (1996 e 2004); Bulgária (1998); Madeira (1999); Polónia (2000) e Suécia (2001). Em 1995, participou nos “31ères Rencontres Chorales Internationales de Montreux” (Suíça), um dos mais prestigiados e aplaudidos concursos de música coral a nível europeu e mundial. Participou em vários programas de rádio e televisão, designadamente a RTP e RDP Internacional (1992). Tem participado em dezenas de encontros de coros e festivais um pouco por todo o país.
Do seu extenso reportório fazem parte peças populares e eruditas, de origem sacra e profana, tantos nacionais como estrangeiras, das mais diversas épocas e escolas. Os cantores que dão corpo e voz ao Coral de São Domingos são todos naturais de Montemor-o-Novo e, embora tenham seguido as mais diversas profissões, continuam a encontrar no grupo a que pertencem mais uma forma de realização pessoal e colectiva.