Anabela Ramos Monteiro (1989) iniciou a licenciatura em Teatro na Universidade de Évora aos 32 anos, tendo sido concluída em 2025. Contava já com alguns encontros e experiências prévias com grupos de teatro amador e coletividades recreativas em Lisboa, para além de uma longa experiência profissional em atendimento ao público. Em contexto académico, colaborou em vários projetos, destacando-se a direção de produção da 1.ª e 2.ª edição do Festival éVORAZ (Escola de Artes da Universidade de Évora) e o projeto "Age Against the Machine ⎯ Rede de Solidariedade Intergeracional contra o Preconceito Etário", cofinanciado pela Comissão Europeia, com apresentações nacionais e internacionais, do qual é ainda hoje membro integrante. Conta com várias apresentações académicas que contaram com o apoio de professores como Ana Tamen, Isabel Bezelga, Pedro Paulo Alves Pereira, Rolando Galhardas e Vítor Lemos.
Em contexto profissional, fez voluntariado na PT.23 ⎯ Plataforma Portuguesa de Artes Performativas / O Espaço do Tempo, colaborou com apoio técnico em apresentações no XXVI Festival Internacional de Teatro de Setúbal, apoio de produção e produção executiva nas 3.ª e 4.ª edições do Festival Rascunho / Antípoda a.C., respetivamente. Colaborou cumulativamente em projetos educativos na Fundação Eugénio de Almeida e participou em vários workshops, alguns deles dinamizados por Matteo Bonfitto, Romeu Costa, Amândio Anastácio, Patrick Murys e Pepa Macua. Em setembro de 2025, participou na oficina e performance “Audible Movement, Visible Sound – Composição em Tempo Real", por Mark Tompkins e Nuno Rebelo. Até 2027, está ativamente inserida no projeto “Voz Comum”, mediado pelo artista Tó Zé Bexiga em colaboração com várias escolas de Évora e financiado pela Associação Évora_27, Capital Europeia da Cultura.