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Blackface é um espectáculo a solo, escrito e encenado por Marco Mendonça, uma conferência musical, entre o stand up e a fantasia, entre a sátira e o teatro físico, entre o burlesco e o documental.

Partindo de experiências pessoais e da história do blackface como prática teatral racista – desde as suas raízes nos EUA aos casos portugueses –, Marco Mendonça procura os limites do que pode, ou não, ser representado num palco.

Considerando a extensa biblioteca de eventos em que esta prática racista foi usada para retratar pessoas negras como membros inferiores da sociedade portuguesa, será possível achar que não existe racismo em Portugal?

9 setembro, 21h30

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[ANTESTREIA]

© Joana Linda
© Joana Linda
© Joana Linda
© Joana Linda

Ficha Artística / Técnica

Direção artística, criação e interpretação
Marco Mendonça

Apoio à criação
Bruno Huca

Apoio à dramaturgia
Gisela Casimiro

Composição musical e sonoplastia
Mestre André

Desenho de luz
Rui Monteiro

Cenografia
Pedro Azevedo

Figurino
Aldina Jesus

Vídeo
Heverton Harieno

Produção
Alkantara – Sinara Suzin e Carolina Gameiro

Coprodução
Alkantara, Teatro do Bairro Alto e Teatro Viriato

Residência de coprodução
O Espaço do Tempo

Apoio à residência
Moussem Nomadic Arts Centre

Marco Mendonça nasceu em Moçambique no ano de 1995. Concluiu, em 2015, a licenciatura em Teatro – ramo de atores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Antes de terminar o curso, iniciou a sua carreira profissional com a companhia Os Possessos, participando em criações como Rapsódia Batman, II – A Mentira e Novo Mundo. Após concluir a licenciatura, em 2015, foi selecionado para o estágio de um ano no Teatro Nacional D. Maria II, onde participou como ator em criações de Tiago Rodrigues, Formiga Atómica, Catarina Requeijo, João Pedro Vaz, Paula Diogo e Faustin Linyekula. Terminado o estágio de um ano integrou performances e espetáculos de Gary Hill, Tonan Quito, Mala Voadora, Kassys, Artistas Unidos, Ricardo Neves-Neves, Foguetes Maravilha, entre outros. Em 2019 estreou-se como autor e criador, ao lado de João Pedro Leal e Eduardo Molina, em “Parlamento Elefante”, projeto vencedor da primeira edição da Bolsa Amália Rey Colaço. Em 2021, a sua segunda co-criação, “Cordyceps”, venceu a Rede 5 Sentidos. Integra atualmente o elenco de “Catarina e a beleza de matar fascistas”, de Tiago Rodrigues, em digressão nacional e internacional. Na área do cinema, participou em longas e curtas metragens de Pedro Cabeleira, Salomé Lamas, Francisco Valente e Miguel Afonso Carranca. Em televisão, destacam-se trabalhos como “Amor Maior” (SIC, 2016-2017), “A Impostora” (TVI, 2016), “Nem a Gente Janta” (RTP Play, 2022) e “Emília” (RTP1, 2022). Teve a sua primeira peça de teatro editada em 2022, no âmbito de um encontro de dramaturgos ibero-americanos desenvolvido pelo Teatro Bombón (Argentina). Para além do trabalho de ator, dramaturgo e encenador, traduziu peças de teatro para produções independentes de companhias como Mala Voadora e Teatro do Vão.

Blackface

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