Águas Profundas | Terminal de Aeroporto

Nuno M Cardoso | Simon Stephens

PT | UK
Convento da Saudação
26 JAN 2016 a 31 JAN 2016

Águas Profundas | Terminal de Aeroporto é Wastwater e T5, díptico de peças do dramaturgo britânico Simon Stephens situadas nas imediações de um aeroporto. As peças tratam de amor e perda de diferentes formas, bem como a experiência da vida moderna numa cidade onde se chega, se espera ou se parte. É sobre relações e sobre decisões, a desolação sem a esperança e a fuga.

Águas Profundas [Wastwater]

"Tomas uma decisão. E fica para sempre contigo. É como se as consequências disso se nos entranhassem nos ossos." In Wastwater, Simon Stephens.

Localizado nas imediações do aeroporto de Heathrow, Wastwater é um tríptico elíptico - um instantâneo de três diferentes casais que têm de fazer uma escolha que definirá as consequências do seu futuro. Harry está prestes a sair de Inglaterra, Frieda sabe que nunca mais o vai ver. Lisa e Mark estão no limiar de cometer uma traição sexual que os levará a um lugar mais obscuro do que tinham alguma vez pensado. Sian tem uma terrível transação a fazer com Jonathan. Ela não vai aceitar o não como resposta. As cenas estão inteligentemente ligadas, não só pela localização, mas pelo facto de que as pessoas e os incidentes mencionados numa cena surgem mais tarde noutra. A peça tem o nome do lago mais profundo de Inglaterra, que devido às vizinhanças que o lago tem nunca está completamente sem sombra.

Ficha técnica e artística de Águas Profundas de Simon Stephens
Tradução Jorge Palinhos
Encenação Nuno M Cardoso
Assistência de Encenação Mafalda Lencastre
Interpretação Albano Jerónimo, António Durães, Íris Cayatte, Maria João Luís, Olinda Favas, Pedro Almendra
Cenografia Pedro Tudela
Figurinos Helena Guerreiro
Luz Rui Monteiro
Som / Música Marco Pereira / Miguel Pereira
Produção Executiva Stage OnE
Produção Técnica Pedro Barbosa
Produção Cão Danado
Coprodução Oficina | Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João
Cão Danado e Companhia é uma estrutura financiada pela DGArtes | Secretário de Estado da Cultura




Terminal de Aeroporto [T5]

"Não fiz nada do que precisava fazer hoje. E nada farei. Hoje irei por outro caminho. Mantenho o meu coração sob vigilância. Mantenho os meus olhos sempre abertos."

T5 foi originalmente escrito como sendo uma parte de Wastwater. Retrata uma viagem pelo coração invisível de uma cidade através de um voo mágico e sombrio pelos limites do nosso século.

Quando a mãe de Cassie assiste a um adolescente ser morto à facada no parque perto de sua casa ninguém consegue prever como responderá à situação. Esta mulher de 30 anos é comum, no entanto, é impelida no percurso de uma viagem de metro em direção ao aeroporto para um limite. E é na reação ao ultrapassar esse limite que se inscreve a peça. Na sua linguagem precisa, dura e amarga, Simon Stephens leva-nos através de um dia que inicia normalmente mas que, de seguida, diverge da norma num mundo de irrealidade familiar. T5 é um grito em espiral reprimido. É um suor frio. É hiperventilação, dissociação, evasão.

Ficha técnica e artística de Terminal de Aeroporto de Simon Stephens
Tradução Jorge Palinhos
Encenação Nuno M Cardoso
Assistência de Encenação Mafalda Lencastre
Interpretação Rita Brütt
Cenografia Catarina Braga Araújo
Figurinos Nuno Baltazar
Luz Rui Monteiro
Música David Santos | noiserv
Produção Executiva Stage OnE
Produção Técnica Pedro Barbosa
Produção Cão Danado
Coprodução Oficina | Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João
Cão Danado e Companhia é uma estrutura financiada pela DGArtes | Secretário de Estado da Cultur