|
transdisciplinary arts centre | |||
|
|
| o espaço do tempo > links > | ||
|
In this page is a list of links related to o espaço do tempo, entertainment, arts or other areas that we believe the interests of our visitors.
|
|
Artistas Unidos Foram criados a partir da experiência António, Um Rapaz de Lisboa, de Jorge Silva Melo. Além de filmes e edições, os Artistas Unidos produziram espectáculos baseados em textos de Bertolt Brecht, Harold Pinter, Jorge Silva Melo, Sara Kane, Jon Fosse, Jean-Luc Lagarce, Spiro Scimone e muitos outros. Entre 2000 e 2002 estiveram instalados no antigo edifício do jornal A Capital, após cujo encerramento passaram duas temporadas, de Agosto de 2003 a Agosto 2005, no Teatro Taborda. Nas suas produções participaram nomes conceituados do Teatro Português como Lia Gama, Diogo Dória, Glicínia Quartim, ou Isabel de Castro, ao lado de uma nova geração de novos actores como Sylvie Rocha, Miguel Borges, Américo Silva, Carla Bolito, Gracinda Nave, Gonçalo Waddington, Ivo Canelas e Joana Bárcia, entre outros. http://www.artistasunidos.pt Casa Conveniente A Casa Conveniente é um grupo de teatro português fundado em 1992 pela encenadora e actriz Mónica Calle. Tem como espaço privilegiado de ensaio e apresentação o espaço "Casa Conveniente", um antigo bar de prostituição no Cais do Sodré, em Lisboa, onde coexistem os bares, as prostitutas, os clientes, os actores, as actrizes, os espectadores. Lá todos têm os seus lugares. Sem qualquer espécie de demagogia na escolha deste lugar para trabalhar e para mostrar o trabalho, a Casa Conveniente tem vindo a estabelecer uma relação entre a arte e o mundo, entre a rua e a casa, entre o exterior e o interior, marcando diferenças e aceitando vizinhanças e influências. Por outro lado, procura uma relação com o teatro que recusa o artifício enquanto álibi para as insuficiências artísticas, antes optando pela exposição do processo criativo e por um despojamento que não impede a construção teatral e cénica, no seu sentido mais global. Um trabalho de interrogação teatral alicerçado nas condições de proximidade, no espaço, entre os criadores do acto e os espectadores, cujo objectivo consiste em afirmar os modos de criação interrogando, ao mesmo tempo, as estéticas de recepção. Procuram ainda estabelecer uma interacção privilegiada com a palavra, ponto de partida de toda a construção imagética e cénica. Bem como, uma relação particular com as obras literárias, na sua reescrita ou aproximação a uma escrita, muitas vezes radical nas opções de base. O que está em causa é um trabalho textual pensado e traduzido para a acção cénica de forma contemporânea e ao mesmo tempo clássica. http://www.casaconveniente.pt Chapitô O Chapitô - Colectividade Cultural e Recreativa de Santa Catarina, é um projecto cultural, social e educativo que cruza a formação, a animação e a intervenção social. Desenvolveu uma linguagem artística que articula as várias artes do espectáculo, capaz de quebrar as barreiras impostas pela linguagem verbal. Aposta na comédia clownesca para ilustrar o quotidiano, criando situações performativas cómicas e muitas vezes absurdas, privilegiando o riso enquanto ferramenta fundamental para a compreensão e transformação da sociedade. Apesar de recorrer sobretudo ao gesto e à expressão corporal, esta companhia não exclui nas suas produções o uso da fala, da música e de todos os recursos cénicos imagináveis. http://www.chapito.org/ Comuna - Teatro de Pesquisa A Comuna foi criada por João Mota após a sua cisão com Os Bonecreiros e apresentou-se pela primeira vez ao público em Outubro de 1972, com a peça Para onde is?. Com um elenco inicial de 14 elementos, a companhia não possuía espaço próprio, deambulando por locais emprestados, até se instalar, em 1973, num amplo barracão pertencente à Fábrica de Cervejas Portugália, na Avenida Almirante Reis. Só em Março de 1975 é que o grupo se instalou definitivamente na Praça de Espanha, num edifício desactivado, propriedade da CML. É nesse espaço, cedido ocasionalmente a outros grupos, que a Comuna tem vindo a desenvolver o seu projecto teatral: num primeiro momento radicalmente colectivo e centrado em textos de autoria portuguesa, alargou-se gradualmente ao trabalho sobre textos de autores estrangeiros, integrando cada vez mais elementos exteriores ao grupo no seu elenco. Paralelamente, ao longo do tempo e à medida das necessidades detectadas, a Comuna foi desenvolvendo um conjunto de actividades pedagógicas (alfabetização de adultos, formação de actores, oficinas para crianças), lúdicas (cinemas, passeios, cafés-concerto) e culturais (exposições e serviço de biblioteca, por exemplo), num trabalho voltado para a comunidade e com assumida responsabilidade social. http://www.comunateatropesquisa.pt/ Escola de Mulheres Foi criada em Lisboa por um conjunto de mulheres de gerações diferentes e experiências diversas e reconhecidas, com o sentimento comum do papel de subalternidade a que a mulher tem sido reduzida no teatro português. Essa subalternidade é patente na condução dos processos criativos, na política de repertórios ou no relacionamento com os poderes instituídos, bem como, de um modo geral, nas tarefas envolvendo poder de decisão. A Escola de Mulheres - Oficina de Teatro pretende privilegiar a criação e o trabalho feminino no Teatro, promover e divulgar uma nova dramaturgia de temática e escrita femininas, nacional e estrangeira. A 8 de Março de 1995 apresentou publicamente o seu manifesto, por ocasião de um espectáculo a partir de textos de autoras portuguesas. Desde a sua fundação, a Escola de Mulheres tem desenvolvido várias actividades, nomeadamente realização de seminários e produção de várias peças de teatro para adultos e crianças. http://www.escolademulheres.com/ João Garcia Miguel João Garcia Miguel nasceu em Lisboa, em 1961. Licenciado em Pintura pela ESBAL. Fez uma pós-graduação em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação. Terminou recentemente a sua tese de Mestrado, com o título “O Actor Imagem", no ISCTE. Actualmente lecciona Teatro, Animação Cultural e Som e Imagem na Escola Superior de Artes e Design, nas Caldas da Rainha. Já deu aulas de formação na escola António Arroio, no Balleteatro, no Centro Português de Design, no Fórum Dança, no CEM e foi tutor de estágio académico em colaboração com a Universidade de Évora. É membro fundador do grupo Canibalismo Cósmico, cuja actividade se desenvolveu na área da performance/instalação, das quais se destacam O Enigma da Fonte Santa (1990) e Redondo (1995). É também membro fundador da Galeria ZDB e do grupo de teatro OLHO, Destaca El – Levando-os aos Ombros em Passo de Marcha Sincopada ao Quarto Tempo (Menção Honrosa do Prémio ACARTE/Maria Madalena de Azeredo Perdigão, Fundação Calouste Gulbenkian), Humanauta, Guerreiro (cenografia, figurinos e bandas sonoras originais premiadas no Concurso Teatro na Década, Clube Português de Artes e Ideias), Zona e DQ – éramos todos nobres cavaleiros a atravessar mundos apanhados num sonho. Organizou, juntamente com o Olho, o Festival X – que continua a organizar e a dirigir artisticamente. Trabalha como intérprete e destaca À espera de Godot, de Beckett, encenação de João Fiadeiro e A Fuga, de Gao Xingjiang, encenação de Carlos Pimenta, e Homens-Toupeira, que co-realizou com Edgar Pêra. Criou e encenou o espectáculo Especial Nada e co-criou com Clara Andermatt e Michael Margotta a peça As Ondas (2004). Já em 2005 encenou para o Teatro Bruto a peça “Ruínas" no Porto, onde expôs um conjunto de quadros feitos com base nas personagens da peça. http://www.joaogarciamiguel.com Karnart A Karnart, Criação e Produção de Objectos Artísticos, é uma associação privada sem fins lucrativos, com sede no Espaço Karnart, cedido a título protocolar pela mecenas Faculdade de Medicina Veterinária. Fundada em 2001 pelo actor, encenador e produtor Luís Castro, em associação com o artista plástico Vel Z (Velez), a designer de moda Fernanda Ramos e a fotografa Maria Campos, à Karnart juntaram-se posteriormente Isabel Gaivão, actriz, Razguzz sonoplasta e Ricardo Cruz, actor. A associação conta também com as presenças honorárias de Alexandre Leitão, Fátima Vaz, Gil Mendo, Maria do Rosário Coelho, entre outros. O objecto social do colectivo prende-se com a criação e produção de objectos artísticos, plásticos, performativos, audiovisuais e outros, centrados no conceito de Perfinst. A Karnart tem por objectivo aliar aos valores teatrais clássicos vertentes artísticas de outras áreas na criação de objectos de grande dimensão estética e de forte impacto interventivo, do ponto de vista antropológico, sociológico, ambiental e ecológico. Valores tradicionais em vias de extinção, minorias sociais, direitos de animais, problemas ambientais, religiões e seitas, globalização, etc, são algumas das temáticas que aborda, numa perspectiva de arte interventiva e interactiva. http://www.karnart.org/ Sensurround A Companhia de Teatro Sensurround foi formada na sequência de um workshop dirigido por Lúcia Sigalho, em Abril de 1997, no Serviço ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian. Deste workshop nasceu o espectáculo Sensurround, apresentado no final do workshop, em Lisboa, depois no Festival X (Galeria ZDB) e em Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente). A companhia aposta numa linha de trabalho vocacionada para a intervenção nos comportamentos contemporâneos - com base numa forte componente de formação e investigação - e para a interacção com outras áreas artísticas e do conhecimento. http://www.sensurround.pt/ Teatro da Cornucópia Fundado por Jorge Silva Melo e Luís Miguel Cintra que, vindos do teatro universitário, reuniram em torno do seu projecto um pequeno grupo de actores profissionais. Até ao 25 de Abril de 1974 trabalhou sem sede própria, apoiado por subsídios esporádicos da Fundação Calouste Gulbenkian. O programa inicial, condicionado pela censura do Estado Novo, centrava-se no repertório clássico (Molière e Marivaux). A partir dessa data, virou-se para a dramaturgia contemporânea. Em 1980 sai Jorge Silva Melo e a cenógrafa Cristina Reis passa a partilhar a direcção com Luís Miguel Cintra. Esta companhia tem criado ciclos temáticos como propostas de reflexão, do primeiro "Pequena burguesia-revolução-dominação ideológica", passando pela comédia, "O mal estar do nosso tempo", ou o próprio teatro como representação da vida. Tem também levado à cena alguns dos grandes clássicos de todos os tempos (Gil Vicente, Shakespeare, Tchekov, Strindberg) assim como alguns dos dramaturgos de escrita mais radical do século passado (Beckett, Orton, Botho Strauss, Edward Bond). O objectivo é intervir culturalmente na sociedade portuguesa, não abdicando do teatro como terreno privilegiado da criação artística e grande instrumento de pensamento das sociedades. A Cornucópia tem acolhido nas suas instalações espectáculos de outros grupos e realizado inúmeras actividades paralelas, como apresentação de livros, conferências, colóquios, exposições ou leituras. http://www.teatro-cornucopia.pt Teatro da Garagem Quando iniciou a sua actividade, em Janeiro de 1990, o Teatro da Garagem apresentou-se como um projecto de algumas pessoas que tinham em comum uma vivência singular do pós-25 de Abril de 1974. O seu primeiro espectáculo, Pequeno Areal junto à Falésia com Cravos, parece-me..., reflectia já as linhas de força do que seria o rumo desta companhia - um rumo não apenas estético, onde a escrita própria e uma nova linguagem ao nível da representação se apresentavam como uma originalidade, mas também ético, com reflexão sobre as circunstâncias do desenvolvimento da jovem democracia portuguesa. Do historial do Teatro da Garagem constam também os seguintes espectáculos: O Dia do Quarteto, A Cidade de Fausto, Café Mágnético, D. João, A Gesta Marítima, A Nossa Aldeia, Hotel Savoy, O Homem que Ressuscitou, Desertos, Peregrinação, Esboço sobre a Ansiedade, Escrita de Água, A Menina que foi Avó, Mudanças, Saga Press, Paixão segundo o Meu Anjo, Morango e a Luz Interior, Quadros de Uma Exposição, Os Persas, A Vida Continua. http://www.teatrodagaragem.com/ Teatro Meridional O Teatro Meridional é uma companhia que procura nos seus espectáculos um estilo marcado pelo despojamento cénico, onde o trabalho de interpretação do actor é o protagonista. A sua actividade assenta na criação de novas dramaturgias baseadas em adaptações de textos não teatrais (com relevo para a ligação ao universo da lusofonia), na encenação de textos originais, na adaptação e encenação de textos maiores da dramaturgia mundial e na criação de espectáculos onde a palavra não é a principal forma de comunicação cénica. Do seu trabalho continuado podem destacar-se as seguintes peças: Para Além do Tejo, Endgame, Macbeth, Uma Tragédia Ibérica, Mar Me Quer, A Montanha da Água Lilás, Geração W, Delírios dell’Arte. A nível internacional, já apresentou os seus trabalhos em 17 países. A nível nacional, realizou uma itinerância anual por Portugal Continental e Ilhas. http://www.teatromeridional.net/ Teatro Praga Formado em 1995, o Teatro Praga não escolhe com predeterminação um estilo teatral; não possui qualquer manifesto estético; os rótulos ou géneros não se coadunam com a diversidade do grupo. Recusando trabalhar de forma “mecanizada”, os membros deste grupo criam uma prática teatral impassível de ser repetida. O teatro desta companhia é sempre diferente, em constante desenvolvimento, sujeito a mudanças imprevistas. Nada é escondido do público, que é convidado a conjugar-se com os actores. O Teatro Praga considera-se um colectivo de individualidades com ideias sobre o teatro e com vontade de as desenvolver e concretizar colectivamente. O grupo trabalha sem encenador e cada membro toma para si a responsabilidade de todos os actos criativos, desde a selecção de textos à operação de luzes. Esta companhia tem-se afirmado como um colectivo de actores que funciona mediante as propostas e os desenvolvimentos pessoais dos membros do grupo. Do seu curriculum destacam-se as seguintes produções: O Concílio do Amor, Como Se Fosse Esse Amor, D. Juan Volta da Guerra, O Canto do Noitibó, Madame de Sade, A Vida Intermitente, A Escola de Bufões, Sobre a Mesa a Faca, entre outras. http://www.teatropraga.com |